Um horizonte promissor

Um horizonte promissor

16/09/2016

Com investimentos contínuos e certeiros, a Ceramfix vem escrevendo uma história de sucesso no segmento da construção civil. Fundada em 1993, os primeiros passos da companhia foram em ritmos lentos. No entanto, a partir do ano 2000, deu sinais de crescimento e segue firme entre os grandes nomes do setor no País.

Antônio Carlos Schmitt, diretor Comercial da empresa, conta que, à época da inauguração, a sede, em Gaspar (SC), possuía apenas 1,5 mil m² de área construída. Hoje, passados mais de 20 anos desde que iniciou as operações, a matriz possui nove mil m²construídos em um terreno de 60 mil m². O mix, que também era enxuto, foi sendo incrementado ao longo dos anos, assim como a capacidade de produção.“Os primeiros produtos fabricados eram as argamassas AC I,AC II e AC III e um tipo de rejunte. A capacidade produtiva era de mil toneladas mensais”, destaca o executivo.

Hoje, com um mix mais variado, composto por argamassas, rejuntes, impermeabilizantes e produtos especiais, o Grupo possui, além da matriz catarinense, mais seis plantas operando no Brasil, localizadas em Alto Paraná (PR), Campo Grande (MS), Serra (ES), Rio Claro (SP), Osório (RS) e Abadiânia (GO), esta última inaugurada no último mês de agosto, além de um Centro de Distribuição (CD) no Paraguai. Todas as plantas, juntas, possuem capacidade produtiva de 40 mil toneladas mensais.“Temos essa capacidade, mas estamos produzindo e comercializando cerca de 20 mil toneladas ao mês”, explica o diretor. Para chegar a essa capacidade, duas novas unidades entraram em operação. Com investimento de R$ 14 milhões direcionados à construção das fábricas, em outubro de 2015, a planta de Rio Claro, no interior paulista, iniciou as atividades. Mais recentemente, em julho passado, foi a vez da fábrica de Osório começar a operar.

O diretor explica que as inaugurações substituíram fábricas do Grupo já existentes nessas localidades, mas que estavam instaladas em áreas alugadas e passaram para sedes próprias. Com a mudança, a planta de Rio Claro saiu de um espaço de mil m² para um terreno com 15 mil m² de área, com cerca de três mil m² construídos. Mesma estrutura da unidade de Osório, que tinha de uma área de 1,5 mil m².“A necessidade de expandir a produção motivou a mudança. Hoje, a planta de Rio Claro tem capacidade de produção entre cinco mil e seis mil toneladas ao mês. Já em Osório esse número é de, aproximadamente, quatro mil toneladas”, revela.